Grandes mestres que viveram antes e depois de Jesus ensinaram a respeito da unidade e do amor, mas geralmente se referiam ao amor dentro dos parâmetros de um único grupo: uma família definida pela exclusividade de casta, cor, língua, tribo ou religião. Mas Jesus rompeu as barreiras que dividem os seres humanos e inaugurou uma nova família, que não fazia distinção entre as coisas comuns que dividem as pessoas. Sob a bandeira do amor ágape – o amor não baseado em merecimentos, não exclusivo, o amor universal e sacrifical – Cristo criou uma nova família. Essa família reflete o conceito original, universal e ideal exaltado na criação do Gênesis, a qual atesta que todos os seres humanos são criados à imagem de Deus (Gn 1:26, 27) e, portanto, iguais perante Ele. Leia Lucas 8:19-21. Sem minimizar de qualquer forma os laços e obrigações que unem pais e filhos, irmãos e irmãs dentro de uma família, Jesus olhou para além da carne e do sangue e colocou ambos no altar de Deus como membros de “toda a família nos Céus e na Terra” (Ef 3:15, ARC). A família do discipulado cristão não deve ser menos chegada e unida do que os laços que unem as pessoas que têm os mesmos pais. Para Jesus, o verdadeiro teste da “família” não são relacionamentos consanguíneos, mas fazer a vontade de Deus.
2. O que os textos seguintes ensinam sobre os muros que Cristo derrubou com respeito às distinções que, com tanta frequência, dividem os seres humanos?
Lucas 5:27-32
Lucas 7:1-10
Lucas 14:15-24
Lucas 17:11-19
A missão e o ministério de Jesus, Seu coração perdoador e Sua graça abrangente incluíram todos os que quisessem aceitar Seu chamado. Seu amor eterno O colocou em contato com todo o espectro da sociedade.
Como igreja, de que forma podemos seguir melhor esse princípio fundamental?
Lição Adventista Escola Sabatina para Adultos
Q2 2015 «O Evangelho de Lucas»
Lição 9 – Jesus, o Mestre por excelência
